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Ano 02 - Edição 18 - 15 de Maio de 2000
 

INTERNACIONAL


 
Angola-Fome poderá matar 1,9 milhão de pessoas

Cerca de 1,9 milhão de angolanos enfrenta uma "gravíssima" situação alimentar, razão pela qual o Programa Mundial de Alimentação (PMA) terá de permanecer naquele país pelo menos até finais de 2001. A população em risco inclui residentes e deslocados de guerra, cuja situação alimentar se degradou devido à ausência de boas colheitas e à falta de acesso a muitas localidades.

Recentemente o Governo americano doou 6500 toneladas de alimentos ao PMA, das 50 mil de que dispõe para a emergência em Angola, para a respectiva distribuição pelos necessitados. O PMA solicitou dos doadores 158 milhões USDolar para adquirir alimentos mas até agora recebeu apenas 50% da Verba. (Notícias, 08/05/00)


Angola-Savimbi prefere o diálogo em vez da rendição

O líder da UNITA, Jonas Savimbi, afirma que é indispensável um encontro entre o seu movimento e o Governo de Angola para acabar com a guerra naquele país. Savimbi, que não está disposto a render-se, deseja que a igreja seja incluída nas negociações que propõe porque é preciso discutir o problema "na sua profundidade".

Savimbi acrescentou que o Governo não pode continuar a rejeitar o diálogo alegando superioridade militar pois é falso afirmar que a UNITA perdeu 80% da sua capacidade militar. Para aquele líder o Governo angolano e a ONU são os únicos culpados pelo recrudescimento da guerra em Angola. (Notícias, 10/05/00)


Zimbabwe-Política de ocupação de fazendas é "um êxito"

Os veteranos de guerra do Zimbabwe que desencadeiam há sensivelmente três meses uma política de ocupação de terras pertencentes a farmeiros brancos daquele país consideram que o processo é um êxito. Aqueles "insurrectos" consideram que a violência, que já provocou pelo menos 17 mortes, vem dos fazendeiros brancos. (Notícias, 10/05/00)


África do Sul-Greve paralisa o país

Milhares de trabalhadores aderiram massivamente à greve convocada pelo Congresso dos Sindicatos sul-africanos (COSATU) em protesto contra o desemprego e a incapacidade do Governo em criar postos de trabalho. As ruas dos principais centros urbanos sul-africanos ficaram inundadas de manifestantes que paralisaram seriamente o curso normal de vida.

Esta paralisação ocorre num momento em que a moeda sul-africana (Rand) sofre uma das maiores desvalorizações de sempre, 30% contra o USDolar e a economia global sofre os efeitos da crise do Zimbabwe. (Notícias, 11/05/00)

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